Brownie FIT

Quem é que não gosta de um bolo de chocolate? e com um trave especial a manteiga de amendoim? EU ADORO! E por isso não posso deixar de partilhar com vocês mais uma receita saudável. Para quem não viu a anterior, deixo aqui o link. Fiz a receita um bocado a olho mas as quantidades não estão longe das reais. Se quiserem saber se estão bem ou não vão ter de o fazer ihih

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Queques de banana e frutos secos

Trago-vos uma receita maravilhosa que adaptei do livro da Mafalda Rodrigues de Almeida: SuperAlimentos. Já conhecem? Para quem não a conhece, a Mafalda é nutricionista e Mestre em Políticas Alimentares. Para além destes cursos, é uma verdadeira apaixonada pela cozinha divertida e saudável. As receitas dela dão todas vontade de fazer e o aspecto é incrível… Ao contrário das minhas que podem ser muito saborosas mas a apresentação é péssima ihih. Se quiserem saber mais sobre ela, espreitem o blog. E agora, aprendam a fazer estes queques maravilhosos que na versão dela seriam umas bolinhas energéticas… Excelente opção para um lanche ou para petiscar durante o dia.

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Bolo de chocolate // #vegan

Aiiii como o Inverno é bom para engordar… Mais um bolinho de chocolate mas desta vez 100% vegan! Já que esta altura é propícia aos doces ao menos que haja alternativas mais saudáveis. Para esta receita só precisam de 3 ingredientes e um processador de alimentos. Querem saber?

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Mugcake – Bolo Caneca Protéico // #2

Mais um pequeno-almoço nutritivo, saudável e fácil de fazer. Este mugcake é nada mais nada menos do que uma mistura de vários ingredientes numa caneca levado ao microondas. É uma ótima opção para dias em que temos pressa e não estamos com muito tempo para cozinhar. Aqui o importante é incluir alimentos de várias categorias: proteínas, hidratos de carbono, gorduras saudáveis… E, claro, serem criativos!!!

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Pequeno-almoço c/ receita //

Há muito tempo que não publicava uma receita assim no blogue tirando a minha manhã com a @Martilicious com aquela receita que deixou água na boca a qualquer um. Podem ver o nosso treino e a receita aqui. Hoje acordei cheia de fome e optei por fazer um  batido e uma panqueca. Se acham que este pequeno-almoço demorou muito a fazer digo já que não demorou mais de 15 min. O batido é só juntar tudo na liquidificadora e servir num copo e depois misturo todos os ingredientes para a panqueca num copo, mexo e coloco na frigideira. Enquanto deixo a panqueca em lume baixo e meio tapada vou-me vestir, quando volto é so comer e sair ready to face the day! 🙂

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A nova geração de proteínas: vegetal //

Como sabem sou intolerante à proteína do leite de vaca pelo que não posso consumir whey protein. Acho que uma alimentação completa e variada não pede suplementação extra a menos que sejam atletas ou o vosso trabalho dependa da vossa performance. No entanto, para quem treina regularmente, quer uma recuperação mais rápida, uma maior definição muscular ou uma necessidade de maiores níveis de proteína, as proteínas são uma boa opção. Para quem é intolerante à proteína de leite de vaca, à lactose ou por questões éticas e/ou religiosas não quer consumir proteína animal, a proteína vegetal é a alternativa mas a sua variedade #dairyfree no mercado ainda é muito reduzida. Hoje venho falar-vos das duas proteínas vegetais que já experimentei da marca Prozis e da marca Gold Nutrition.

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Pipocas Fit // Como fazer?

Sessão de cinema sem pipocas? No way! Fácil, rápido e muito em conta.

Se são fãs de pipocas como eu e não as dispensam num bom serão fiquem já a saber que as pipocas são um #healthysnack devido ao seu alto teor em fibra se forem feitas em casa e demoram apenas 5 min. O que faz mal nas pipocas é o óleo com que são feitas e tudo o que é adicionado para dar sabor como açúcar ou sal. Mas nesta receita o óleo é substituído por água e o açúcar ou sal é opcional. Já para não falar que uma embalagem de milho ronda os 30 cêntimos e dá para 2-3 taças grandes de pipocas. Vamos lá?

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Intolerância ao leite // O que é

Segundo a Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia, cerca de um terço da população portuguesa sofre de intolerância à lactose (o que não é igual a alergia ao leite, que é uma reacção que envolve o sistema imunitário).

A percentagem é bastante maior noutros grupos demográficos. Em 1965, um estudo da Johns Hopkins University concluía que quase três quartos da população negra americana não digeria a lactose, contra 15% da população branca. A intolerância à lactose é um traço da maioria da população mundial, sobretudo africana e asiática.

Em Julho de 2013, o artigo da Nature “Arqueologia: a revolução do leite” explicava como, há 11 mil anos, quando a agricultura começou a substituir a caça, as populações do Médio Oriente aprenderam a reduzir a lactose — que não conseguiam digerir por falta de lactase — fermentando o leite para fazer queijo e iogurte. Dois mil e quinhentos anos depois, uma mutação genética ocorreu na Europa, mais precisamente na zona da Hungria, dando à população a capacidade de produzir lactase durante toda a vida. “Essa adaptação abria uma nova fonte nutricional que conseguia sustentar as comunidades quando não havia colheitas.” Uma grande parte da população europeia descenderá desses primeiros agricultores que insistiam em continuar a produzir lactase na idade adulta.

E é isso que explica que muitos caucasianos sejam a excepção a este número: 65% da população mundial não produz lactase depois dos sete, oito anos. A capacidade de o fazer perde-se à medida que se cresce.

Fonte: “O leite já não é uma vaca sagrada” por FRANCISCA GORJÃO HENRIQUES 

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