Hoje em dia há inúmeros suplementos no mercado: uns resultam e têm efeitos comprovados, outros não. A proteína de soro de leite (whey) entra na categoria de suplementos que realmente resultam e têm sustentação científica a suportar a sua utilização.

Mas então, o que é a whey? A whey, juntamente com a caseína, é uma proteína presente no leite. É considerada uma proteína completa, de alto valor biológico, por conter todos os aminoácidos essenciais. É importante realçar que a suplementação com whey não é obrigatória para atingir bons resultados, no entanto acaba por ser um veículo para a ingestão de proteína muito prático e eficaz, caracterizada por ter uma rápida absorção e fácil digestibilidade.

A whey é essencialmente utilizada para melhorar a performance atlética, e de facto, vários estudos demonstram que quando combinada com o treino (em particular treino de força), pode ajudar a aumentar a força, tamanho do músculo e massa magra. No entanto, rotular a whey como um suplemento “de desporto” é extremamente redutor. Recentemente, vários estudos têm destacado a whey como um suplemento promissor no tratamento de algumas situações de saúde, nomeadamente: prevenção de alergias, tratamento de condições dermatológicas (eczemas, psoríase) e prevenção da perda de peso excessiva em indivíduos com HIV. Outros estudos têm também avaliado o seu efeito positivo nos níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial. O papel da whey nível do sistema imunitário, nomeadamente no atraso do desenvolvimento de metastases cancerígenas, está também a ser estudado.

Resumindo: um suplemento muito interessante e completo, com uma espectro de acção que vai muito além da área do desporto. Mas lembre-se: a whey não deve ser usada como substituto de refeição e a dosagem e forma de ingestão tem de ser adaptada caso a caso.

Jogue pelo seguro e aconselhe-se com o seu nutricionista.

Maria Travassos (nutricionista)

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